A disputa pelas 70 cadeiras da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) registra 1.167 candidaturas homologadas. Nos bastidores fluminenses, o Partido Liberal desenhou uma chapa pesada para transformar o reduto eleitoral em sua principal trincheira estadual no pleito de 4 de outubro.
Composição estratégica da chapa do PL
A nominata da legenda combina lideranças evangélicas, nomes ligados à segurança pública, clãs regionais da Baixada e do interior, além de figuras com apelo midiático. O objetivo da cúpula partidária é formar a maior bancada individual do Parlamento estadual e assegurar o controle da Mesa Diretora no próximo ciclo político.
- Alan Lopes – 22377 | Anderson Moraes – 22120 | Jair Bittencourt – 22300
- Alexandre Isquierdo Malafaia – 22077 | Alexandre Knoploch – 22722 | Bruno Lessa – 22822
- Coronel Marcio – 22922 | Coronel Menezes – 22001 | Delegado Carlos Augusto – 22045
- Dr. Pedro Ricardo – 22000 | Dr. Rogerio Amorim – 22123 | Guilherme Delaroli – 22222
- Índia Armelau – 22322 | Jorge Felippe Neto – 22800 | Márcio Gualberto – 22070
- Missionária Paulinha – 22014 | Poubel Filho – 22622 | Ralph Gracie – 22221
- Renan Jordy – 22111 | Renato Miranda – 22345 | Valdecy da Saúde – 22615
“O desenho da chapa prioriza puxadores de voto focados em nichos consolidados para maximizar o quociente eleitoral e asfixiar partidos de centro.”
Cálculo eleitoral e correlação de forças
A meta do PL é atingir mais de dois dígitos na composição da Casa. Com a dispersão de candidaturas nos outros blocos, a sigla aposta na mobilização digital e nas bases municipais para monopolizar o voto conservador no Rio de Janeiro.