Sandro Alex (PSD) iniciou a campanha ao governo estadual imprimindo ritmo de segundo turno. Em um único dia, o candidato cruzou o Paraná de ponta a ponta, articulando bases políticas no Noroeste, dialogando com o PIB na capital e fechando alianças no Oeste. A movimentação busca demarcar terreno frente a um tabuleiro fragmentado em oito candidaturas.
Ofensiva no Noroeste: foco no agronegócio e no empresariado
O dia começou em Maringá, praça decisiva para a captação de votos no interior. Após entrevista à rádio CBN, Sandro Alex reuniu-se com a cúpula da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM) e, no período da tarde, sentou com a diretoria da cooperativa Cocamar. O recado foi direto: a campanha prioriza a infraestrutura logística e a blindagem institucional ao agronegócio.
Ainda na cidade, a coligação 'A Mudança Continua' inaugurou seu comitê central na Zona 7, seguido por uma carreata que testou a tração do grupo governista nas ruas.
Ponte aérea rápida: sabatina na capital e palanque no Oeste
Sem intervalo, o candidato seguiu para Curitiba, onde enfrentou sabatina técnica na Associação Comercial do Paraná (ACP). O encontro serviu para detalhar propostas de atração fiscal e gestão pública perante a elite econômica da capital. À noite, Alex desembarcou em Cascavel para prestigiar o lançamento de candidatura a deputado estadual no bairro São Cristóvão, consolidando capilaridade no Oeste paranaense.
“A campanha precisa falar a língua da produção desde o primeiro minuto. A presença nos grandes centros regionais dita o tom da nossa aliança com quem gera emprego no estado.”
Quadro polarizado e calendário eleitoral
A corrida pelo Palácio Iguaçu envolve oito postulantes oficiais homologados pela Justiça Eleitoral para o primeiro turno de 4 de outubro:
- Adriano Teixeira (PCO)
- Alexandre Salomão (Mobiliza)
- Luiz França (Missão)
- Requião Filho (PDT)
- Samuel Mattos (PSTU)
- Sandro Alex (PSD)
- Sérgio Moro (PL)
- Tayná Miessa (UP)
Com a propaganda eleitoral liberada e o segundo turno fixado para 25 de outubro, as próximas semanas definirão a capacidade dos grupos governistas e da oposição de converter presença regional em tração eleitoral consolidada.