A Justiça Eleitoral determinou que a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) preserve integralmente documentos fiscais, contratos e registros contábeis ligados a eventos e prestações de serviços citados na ação movida pelo PSD contra o senador Sergio Moro (União Brasil-PR).
A estratégia do PSD nos bastidores de Curitiba
A investida jurídica mira gastos da pré-campanha de 2022. O objetivo dos articuladores da ação é demonstrar suposto desequilíbrio eleitoral por meio de eventos corporativos e estruturas institucionais utilizadas antes do período oficial de propaganda.
- Preservação de notas fiscais, contratos de locação e comprovantes de pagamento da Fiep.
- Foco na apuração de despesas operacionais realizadas durante a fase de pré-campanha.
- Risco direto de reabertura ou reforço probatório em instâncias superiores em Brasília.
“A retenção imediata dos registros fiscais visa resguardar a integridade do acervo probatório antes de eventuais descartes regimentais.”
Desdobramentos em Brasília e o xadrez para 2026
A defesa de Moro sustenta a regularidade de todos os atos de campanha. Nos bastidores do Senado, contudo, a ordem judicial é lida como munição renovada para adversários locais que já desenham a disputa pelo Palácio Iguaçu e pelas duas vagas ao Senado em 2026.