A mais recente pesquisa da Real Time Big Data alterou o xadrez da sucessão no Paraná. Sergio Moro mantém a liderança na largada, mas perde tração nas simulações de segundo turno, onde empata tecnicamente com o secretário Sandro Alex.
O teto eleitoral da Lava Jato
Os números indicam que a força da imagem de Moro é suficiente para garantir a ponta em cenários fragmentados de primeiro turno, mas encontra resistência severa na disputa direta.
- Moro lidera o primeiro turno puxado pela memória eleitoral de Curitiba.
- Sandro Alex absorve os votos de centro e da base governista no confronto direto.
- A rejeição de Moro opera como freio para crescimento no interior do estado.
A engrenagem do Palácio Iguaçu
Nos bastidores de Curitiba e Brasília, o avanço de Sandro Alex é lido como o resultado direto da articulação da máquina comandada pelo governador Ratinho Junior. A estratégia do PSD é neutralizar o apelo lavajatista com entregas administrativas e presença regional.
“A máquina estadual começou a se mover e a vantagem de largada de Moro encolheu mais rápido que o previsto pelos articuladores do União Brasil.”
Próximos passos e isolamento partidário
Sem uma base sólida de prefeitos e com pontes queimadas em Brasília, Moro dependerá exclusivamente da sua votação espontânea. O empate técnico antecipa a disputa pelo controle da direita no estado e obriga o senador a rever sua estratégia de alianças.