A corrida pelas 54 cadeiras da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) entra na fase de consolidação com a definição do quadro de candidaturas registradas na Justiça Eleitoral. O primeiro turno, marcado para 4 de outubro, mobiliza bases partidárias em Curitiba e no interior, definindo quem assume mandatos de quatro anos no Legislativo estadual.
Filtro da Justiça Eleitoral e status dos registros
O monitoramento da nossa apuração mostra que os pedidos de registro passam pelo crivo rigoroso do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dividindo-se entre candidaturas aptas e bloqueadas por pendências jurídicas ou desistências estratégicas das legendas.
- Concorrendo: Registros deferidos, deferidos com recurso, aguardando julgamento ou com pedidos indeferidos sob análise recursal.
- Inaptos: Candidaturas canceladas, indeferidas em definitivo, falecimentos, renúncias e pedidos não conhecidos.
- Duplicidades: Registros múltiplos são mantidos provisoriamente, mas apenas uma inscrição será validada para a urna até o pleito.
“A definição jurídica das candidaturas sub judice altera diretamente o cálculo do quociente eleitoral e a distribuição das sobras partidárias no Paraná.”
Articulações nos bastidores e quociente eleitoral
Em um colégio eleitoral nacional de 158,7 milhões de votantes, a disputa no Paraná reflete diretamente os palanques federais para a Presidência, Senado e Câmara. As lideranças partidárias no estado ajustam as nominatas para evitar que indeferimentos de última hora minem a performance das bancadas estaduais na apuração de outubro.